sexta-feira, 14 de agosto de 2026

GRANDE CONQUISTA DE 2026: pesquisa sobre o Violão Missioneiro ganha circulação nacional

Imagem de divulgação do resultado final do Edital FAC Mobilidade


Uma trajetória construída entre pesquisa, música, educação e cultura missioneira

Há conquistas que chegam de repente. Outras são construídas durante anos.


A aprovação do projeto “Participação no 22º Encontro das Águas – Criação Musical e Difusão da Cultura Missioneira”, de autoria do pesquisador, escritor e compositor Jair Gonçalves, representa um desses momentos em que uma trajetória de pesquisa, criação artística e atuação cultural encontra o reconhecimento de uma política pública estadual.

O projeto foi contemplado no Edital SEDAC nº 06/2026 – FAC Mobilidade, da Secretaria da Cultura do Estado do Rio Grande do Sul (SEDAC-RS), certame que destinou R$ 6 milhões do Fundo de Apoio à Cultura (FAC) para a concessão de bolsas culturais.

Ao todo, 184 projetos foram selecionados, possibilitando a participação de agentes, profissionais e grupos artísticos gaúchos em eventos nacionais e internacionais entre o segundo semestre de 2026 e o primeiro semestre de 2027.
Uma conquista que nasce da pesquisa


A aprovação não é um fato isolado na trajetória de Jair Gonçalves.


Ela está diretamente relacionada ao trabalho desenvolvido há anos em torno da música missioneira, especialmente à pesquisa que resultou no livro “Contextos do Violão Missioneiro a Partir de Transcrições Musicais de Noel Guarany”, trabalho que investiga aspectos musicais, históricos e culturais ligados à linguagem do violão na região missioneira.

Nesse percurso, pesquisa acadêmica, composição, performance e produção cultural não aparecem como atividades separadas.

Formado em Música pela Universidade Federal de Santa Maria (UFSM) e com trajetória dedicada à educação musical, à pesquisa, à produção cultural e à atuação artística, Jair Gonçalves vem construindo um trabalho voltado à valorização e à documentação das expressões musicais do Rio Grande do Sul.

O Violão Missioneiro, nesse contexto, deixa de ser apenas uma maneira particular de tocar e passa a ser compreendido como objeto de investigação, criação, memória e difusão cultural.
Da pesquisa para a circulação

É justamente nesse ponto que o projeto aprovado pelo FAC Mobilidade ganha importância.

A participação no 22º Encontro das Águas amplia o alcance de um trabalho que nasceu da pesquisa e da vivência com a cultura missioneira, levando criação musical e conhecimento produzido no Rio Grande do Sul para novos espaços de circulação.

A mobilidade cultural permite que o artista-pesquisador estabeleça novos contatos, compartilhe sua produção, dialogue com outros agentes culturais e amplie as possibilidades de circulação da cultura missioneira.

Mais do que uma viagem, trata-se de uma etapa de difusão, intercâmbio e expansão de uma pesquisa artística e cultural.
Reconhecimento através de seleção pública


Ser contemplado em um edital público estadual representa também o reconhecimento de um projeto submetido a critérios, documentação, análise e seleção dentro de uma política pública de cultura.

Por isso, a conquista de 2026 tem um significado especial.

Não se trata apenas de apresentar um currículo construído ao longo dos anos, mas de demonstrar que pesquisa, produção artística e atuação cultural podem gerar projetos capazes de acessar políticas públicas e alcançar novos territórios.

Como resume a própria trajetória de Jair Gonçalves:  boas notícias só chegam depois de muita luta.

E talvez seja justamente aí que a expressão “guerreiro peleador”, tão presente no imaginário missioneiro, encontre seu sentido mais profundo.

Não como uma ideia de confronto, mas como a capacidade de persistir, pesquisar, criar, documentar e continuar caminhando quando o caminho ainda precisa ser aberto. Um capítulo a mais na trajetória missioneira


A aprovação no FAC Mobilidade passa, portanto, a integrar uma trajetória que reúne música, educação, pesquisa, composição, produção cultural e valorização da identidade missioneira.

É mais um passo na construção de um trabalho que busca fazer com que a música produzida no território missioneiro não permaneça restrita à memória local, mas possa ser pesquisada, registrada, interpretada, recriada e apresentada em diferentes contextos.

Em 2026, a pesquisa sobre o Violão Missioneiro ganha novos caminhos.

E a cultura missioneira, através dela, ganha mais uma oportunidade de atravessar fronteiras.

Jair Gonçalves — músico, compositor, pesquisador, escritor, professor e produtor cultural.

Uma trajetória construída na música. Uma pesquisa construída na memória. Uma cultura que continua caminhando.


 


BOAS NOTÍCIAS SÓ DEPOIS DE MUITA LUTA!


E Jair gonçalves, na cultura,
é sinônimo
de guerreiro peleador!


acompanhe a notícia da assessoria de comunicação da SEDAC - RS.




Divulgado resultado final do Edital FAC Mobilidade

Imagem de divulgação do resultado final do Edital FAC Mobilidade

O certame conta com investimento total de R$ 6 milhões, provenientes do Fundo de Apoio à Cultura (FAC)
Por Ascom Sedac


Está publicado no Diário Oficial do Estado (DOE) desta sexta-feira (26/6) o resultado final do Edital Sedac 06/2026 – FAC Mobilidade, da Secretaria da Cultura (Sedac). Com investimento de R$ 6 milhões, provenientes do Fundo de Apoio à Cultura (FAC), o certame selecionou 184 projetos, que serão contemplados com a concessão de bolsas culturais para participação de agentes, profissionais e grupos artísticos gaúchos em eventos nacionais e internacionais entre o segundo semestre de 2026 e o primeiro semestre de 2027.

Lançado em março, o edital prevê o pagamento de R$ 8 mil por bolsa, podendo chegar até R$ 80 mil para grupos formalizados. Os recursos recebidos poderão ser utilizados para custear ou ressarcir despesas indispensáveis à viagem, como passagens aéreas, hospedagem, alimentação e outros custos diretamente relacionados. Além de contemplar diversos segmentos culturais, o certame previa regras para descentralizar a destinação do investimento, viabilizando projetos de proponentes de todas as regiões do Estado.

“O Edital FAC Mobilidade responde a uma demanda histórica da comunidade cultural do Rio Grande do Sul, ao possibilitar a circulação de artistas e a presença da produção gaúcha em diferentes territórios, tanto no Brasil quanto no exterior. O certame fortalece trajetórias, amplia redes de intercâmbio e projeta a diversidade das expressões culturais do Estado, contribuindo para o reconhecimento e a inserção da nossa cultura em novos contextos e mercados”, destacou o secretário da Cultura, André Kryszczun.

Próximas etapas

Neste momento, o edital está na fase de habilitação, na qual os proponentes devem comprovar a regularidade do CNPJ, bem como encaminhar os dados bancários e a documentação dos participantes ou integrantes do evento, conforme o formulário de inscrição e/ou o convite e o documento de representação, se houver. Na sequência, será iniciada a fase de assinatura do termo de bolsa cultural. O cronograma do edital prevê o repasse dos recursos em até 60 dias após a publicação desse termo. Dúvidas devem ser direcionadas para o e-mail fac@sedac.rs.gov.br.









quinta-feira, 23 de abril de 2026

 JAIR GONÇALVES

·         Luthieria e Memória: 

 1 - Restauração do Acordeon Todeschini  1960 (70 anos de existência do instrumento:  Na matéria da RBS, o dono da gaita de 8 baixos, um aluno da JG MUSIC HALL da um depoimento sobre a gaita, herança que ganhou do avô e a importancia deste instrumento no seio da família.

 



Legenda: Atividade contínua de restauração de instrumentos históricos, preservando ofícios tradicionais de luthieria em Ijuí. Link: https://www.youtube.com/watch?v=oBPeeF6t_a8

 

2022 - Professor de música conserta gaitas em Ijuí -  Publicado há 4 anos Link da Matéria no G1 - https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/videos-jornal-do-almoco-rs-cruz-alta-erechim-passo-fundo-e-santa-rosa/video/professor-de-musica-conserta-gaitas-em-ijui-10271818.ghtml

 

 Link da Materia no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=zt_r3pJBJZM


LUTHIERIA, MEMÓRIA e PATRIMÔNIO CULTURAL DOS MESTRES DE OFÍCIO.

1 - Restauração do Acordeon Todeschini  1960 (70 anos de existência do instrumento:  Na matéria da RBS, o dono da gaita de 8 baixos, um aluno da JG MUSIC HALL da um depoimento sobre a gaita, herança que ganhou do avô e a importancia deste instrumento no seio da família.

 

Legenda: Atividade contínua de restauração de instrumentos históricos, preservando ofícios tradicionais de luthieria em Ijuí. Link: https://www.youtube.com/watch?v=oBPeeF6t_a8

 

2022 - PROFESSOR DE MÚSICA CONSERTA GAITAS EM IJUÍ -  PUBLICADO HÁ 4 ANOS -Link da Matéria no G1 - https://g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/videos-jornal-do-almoco-rs-cruz-alta-erechim-passo-fundo-e-santa-rosa/video/professor-de-musica-conserta-gaitas-em-ijui-10271818.ghtml

Link da Materia no Youtube: https://www.youtube.com/watch?v=zt_r3pJBJZM

MESTRE JAIR GONÇALVES: A LUTHIERIA COMO SALVAGUARDA DA MEMÓRIA E ELO INTERGERACIONAL EM IJUÍ/RS

 

A reportagem audiovisual centrada no trabalho do músico e educador Jair Gonçalves, em Ijuí/RS, oferece um retrato fidedigno e potente dos conceitos fundamentais da Política Nacional Cultura Viva. Através da intersecção orgânica entre ensino musical e o ofício artesanal da luthieria, o professor não apenas repara instrumentos, mas atua como um autêntico Mestre de Ofício, garantindo a transmissão de saberes, a salvaguarda do patrimônio imaterial regional e o protagonismo cultural de sua comunidade.

 

A Emergência do Saber Tradicional e a Economia Criativa - A transição de Jair Gonçalves de músico/professor para Luthier não ocorreu de forma planejada, mas sim como uma resposta ética e afetiva às demandas de seu território (territorialidade) na época da pandemia. Ao lecionar, percebia que muitos alunos traziam instrumentos, muitas vezes heranças familiares, em condições precárias — "todo detonado", com foles destruídos e falta de peças (0:26-0:45). Movido pelo desejo de viabilizar os sonhos musicais de seus estudantes, Jair iniciou pequenos reparos. O que começou como um suporte ao ensino transformou-se, através de "muita pesquisa e trabalho", em uma especialização profissional na recuperação especializada de instrumentos (0:52-0:57). Esse processo exemplifica o conceito de Economia Criativa de base comunitária, onde o conhecimento técnico é adquirido e aplicado para resolver uma necessidade real do ecossistema cultural local, gerando valor e sustentabilidade.

 

O Elo Intergeracional e a Identidade Cultural - O ponto mais alto da reportagem, que corrobora a importância da luthieria para o Cultura Viva, reside na capacidade de Jair Gonçalves atuar como uma ponte entre gerações, fortalecendo a identidade cultural gaúcha. A restauração da gaita botoneira Todeschini, que pertenceu ao avô do jovem Gabriel, de 17 anos, é emblemática. Gabriel cresceu assistindo ao avô tocar, admirando aquela tradição como "a coisa mais linda que tinha" (2:09-2:14). O interesse era tanto que, ainda criança, pegava a gaita escondido para arriscar as primeiras notas (2:24-2:30). Ao restaurar o instrumento que estava inoperante, Jair permitiu que o neto não apenas tocasse, mas desse continuidade ativa a um legado familiar e comunitário. A música em Ijuí se mantém viva não apenas pela inovação, mas pelo respeito e reativação da memória afetiva contida nesses objetos.

 

Do "Lixo" à Música: A Filosofia do Resgate e Cuidado - A luthieria de Jair é definida não como uma atividade meramente técnica, mas como um ato de cuidado cultural. Gonçalves demonstra uma profunda conexão emocional com a matéria-prima (madeira) e com a "alma" do instrumento. Ele descreve o processo artesanal de lixar e moldar como um estado imersivo, quase terapêutico, onde o tempo na oficina parece não passar (2:31-2:54). Essa dedicação reflete sua visão de que a restauração é um ato de preservação e resistência contra o esquecimento e o desperdício. O resgate emocionante de um violão que estava sendo descartado como lixo simboliza essa filosofia. Ao recuperar um violão Gianini antigo,  o aluno Paulo Fensterseifer descreveu sentir-se como um "guri que ganha a primeira bola" (1:36-1:41), tendo Jair transformado o que parecia inútil em um parceiro fundamental na realização de sonhos musicais (1:44-1:47).

 

Conclusão: A Oficina como um Ponto de Cultura Viva - Em suma, a trajetória de Jair Gonçalves, conforme relatada, cumpre os requisitos de um Ponto de Cultura em essência, mesmo que não institucionalizado. Sua oficina e escola integram o ensino da música com a preservação física das ferramentas de expressão dessa arte. Ele motiva seus alunos não apenas a tocar, mas a zelar pelo patrimônio. Ao atuar na salvaguarda de saberes tradicionais, na valorização da cultura de base e no fomento do convívio familiar mediado pela arte, Mestre Jair Gonçalves consolida a ideia de que o cuidado com os instrumentos é uma parte indissociável da preservação da própria cultura e identidade regional.

 

 

 

 

MOMENTOS IMPACTANTES DA REPORTAGEM QUE FICARÁ PARA A HISTORIA COM UM LEGADO.





Ancora do Jornal – RBS TV PASSO FUND RS / POA.

Gabriel, junto ao pai e a gaita do avô  restaurada. Depoimento do Alunos da escola sobre seuinstrumento restaurado.





Paulo apelidou esse violão de Lázaro, em homenagem ao Jair.

 







 

 

 

g1.globo.com/rs/rio-grande-do-sul/videos-jornal-do-almoco-rs-cruz-alta-erechim-passo-fundo-e-santa-rosa/video/professor-de-musica-conserta-gaitas-em-ijui-

 

O MESTRE E A IDENTIDADE (Patrimônio Imaterial)

Direção Técnica: Jair Gonçalves

Mestre em Música, Pesquisador, Violonista, Luthier, Compositor, Produtor Cultural, DJ PEABIRU e papai da Aruana.


Fonte: https://www.youtube.com/watch?v=0nlm0I7vzL4

 

O ecossistema JG Music Hall é o polo de salvaguarda da música missioneira e do ofício tradicional da luthieria.

 
O Livro e a Pesquisa:

 



Link do livro inédito na editora Appris - https://editoraappris.com.br/produto/contextos-do-violo-missioneiro-a-partir-de-transcries-musicais-de-noel-guarany/

    Sinopse: O livro Contextos do violão missioneiro a partir de transcrições musicais de Noel Guarany tem como tema principal a musicalidade missioneira, ou seja, a música produzida na região dos Sete Povos das Missões, no Rio Grande do Sul, cuja perspectiva poético-musical se embasa na história e na cultura dessa região, e que trata de temas universais.

      A literatura produzida versa sobre a obra musical de Noel Guarany e suas contribuições musicológicas para a cultura musical regional, uma vez que o compositor tornou meritoso o título popular “Tronco Missioneiro”, reconhecido a ele por iniciar o importante movimento da música missioneira junto a Pedro Ortaça, Cenair Maicá e Jayme Caetano Braun.

    O livro pretende trazer contribuições pedagógicas para o campo do violão gaúcho, gênero musical muito difundido no Rio Grande do Sul. Uma vez inserida no campo da performance musical, a contribuição trazida foi a transcrição das melodias, arranjos de introduções das principais músicas da discografia de Noel Guarany.

 

     A abordagem metodológica adotada é a consulta a fontes históricas, revisão bibliográfica, entrevistas, análise e transcrições musicais.

 

Importante: A obra registra de 25 anos de pesquisa dedicada à obra de Noel Guarany, convertendo a tradição oral missioneira em robusto acervo bibliográfico e pedagógico. Este estudo constitui uma ação fundamental de Salvaguarda do Patrimônio Cultural Imaterial, bem como de preservação da Memória e Identidade Regional, garantindo à comunidade o pleno Direito à Memória.

A investigação reafirma a importância da Educação Patrimonial, ao equilibrar o debate sobre a preservação física das ruínas com a valorização das Tradições Orais colhidas em campo. O processo resultou em densa Pesquisa e Documentação, incluindo a elaboração de partituras comunitárias e entrevistas com figuras exponenciais da  cultura latino-americana, como Raul Barboza[1], (referência mundial do chamamé), Olivio Dutra[2], Martin Coplas[3], (compositor da Missa da Terra sem Males[4]), Xiru Missioneiro, Paulo Fensterseifer, José Roberto Oliveira [5]entre outros. Tal esforço consolida a proteção dos Conhecimentos Tradicionais e a promoção da Diversidade das Expressões Culturais no território das Missões.



[1] Acordeonista chamamecero reconhecidissimo no mundo e no folclores do chamamé da Argentina.

[3] Compositor da Missa terra sem males junto a Pedro Casaldaliga

[4] Mea culpa da religião pelo massacre aos indígenas guaranis https://www.youtube.com/watch?v=R2fWfTlDeSw&t=475s

[5] Reconhecido historiador da temática missioneira riograndense.



PARTICIPAÇÃO NA OBRA LITERÁRIA DE JOÃO SAMPAYO[1]:

 

·        JAIR GONÇALVES é autor do artigo “NOEL GUARANY: UM PRECURSOR DO VIOLÃO MISSIONEIRO NO RIO GRANDE DO SUL”.

 

 

·        JAIR GONÇALVES é autor do artigo “NOEL GUARANY: UM PRECURSOR DO VIOLÃO MISSIONEIRO NO RIO GRANDE DO SUL”.

 

 



Link : https://www.abacolivros.com.br/livros/a-musica-missioneira-gaucha-a-genese-o-criador-e-a-criatura-paperback-joao-sampaio  



Jair Gonçalves e João Sampaio lançando seus livros na feira do Livro de São Luiz Gonzaga – capital da música missioneira.


Laura Guarany e Jair Gonçalves no lançamento do Livro de JAIR GONÇALVES. São Luiz Gonzaga

4 de Dezembro de 2022

   

Sinopse: A obra explora as raízes da música regional do Rio Grande do Sul, com foco na identidade cultural da fronteira gaúcha.

·         Foco Central: Analisa a figura de Noel Guarany, um dos maiores ícones da cultura missioneira, servindo como um ensaio para sua biografia.

·              Conteúdo: Inclui reflexões sobre o "violão missioneiro", transcrições musicais e fotos em preto e branco.

·              Contexto: Aborda a música ao lado de outros "troncos missioneiros" como Cenair Maicá, Jaime Caetano Braun e Pedro Ortaça.

·              Especificações: Possui cerca de 430 páginas e é classificado no gênero de história e música. 

·         Livro lançado no mesmo ano em que Jair Gonçalves lança o livro “Contextos do violão missioneiro a partir de transcrições musicais de Noel Guarany.

 

Jair Gonçalves e o poeta João Sampaio compuseram “A guitarra de Noel Guarany “ em 2023, em homenagem ao Tronco Missioneiro.

·         

Jair Gonçalves, Aruana Gonçalves e 

Olivio Dutra

·         



 

OBS: O artigo pode ser lido no link abaixo:

https://jaireducacaomusical.blogspot.com/2021/04/noel-guarany-um-precursor-do.html